Mística : Som, imagem e poesia

Um espetáculo cantado e tocado por Luama com textos de vários poetas e as cores de Walter Antunes.

Mística é um espetáculo essencialmente lírico.

A poesia escolhida por Luama nesse show é feita de temas subjetivos e místicos da experiência poética.

Canta “Eros e Psiquê” de Fernando Pessoa, “As asas da semente” de Murilo Mendes, “Introduction of Songs of Experience” de William Blake, “Desnutrir a Pedra”, de Franz Cecim. Coloca música nesses poemas e em vários outros de mais poetas. Canta também alguns de seus próprios poemas e canções compostos sob o espírito da mística da poesia: “O bêbado, a sombra e a lua”, “A deusa Benzaiten”, entre outros.

As imagens de Walter Antunes, projetadas no ambiente do show, integram a paisagem poética realçando a mensagem lírica através de formas arquetípicas e cores simbólicas.

O violão é melismático: no mesmo passo da voz em vários momentos, é o clássico instrumento do trovador. Noutros momentos o violão é rítmico e viajante: um exato acompanhante.

Ouve-se uma música atemporal perfeitamente sincrônica ao contexto de sua intrínseca contemporaneidade.

O nome do espetáculo é uma transferência do título da canção “Mística”, poema de Luama, para música de Luciano Sallum, gravada pela banda Pedra Branca com a voz de Luama. Essa canção, com um arranjo totalmente diferente da gravação, também está no repertório desse show.

Um trecho de “Mística” ilustra bem o espetáculo como um todo:

“máxima harmonia

brotando da amplidão

lúcida poesia

crescendo da estação”

E o público é convidado então, a participar dessa “estação” da poesia, a entrar em contato com os tons das palavras e os sons dessa dimensão mística da lírica, representada aqui pela voz e pela música da Luama e pelas imagens de Walter Antunes.

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